Como melhorar a saúde do seu cérebro e diminuir o risco de Alzheimer

 

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É possível tomar algumas medidas para prevenção do Alzheimer. (imagem: freepik)

 

Hoje, o medo de apresentar Alzheimer superou o de câncer, principalmente entre as pessoas que tiveram ou têm entes queridos passando por essa situação.

Todo mundo conhece alguém que teve um familiar com a doença e sabe que, tanto o paciente quanto a família sofrem, embora muitos tenham procurado todas as formas mais modernas de tratamentos médicos.

Nesse cenário, percebe-se que o número de pessoas com Alzheimer não para de aumentar conforme a população envelhece.

“Ninguém sabe as causas dessa doença, mas elas são consideradas multifatoriais e relacionadas com o que comemos, nossos níveis de atividade, a qualidade do nosso sono, como administramos o estresse, escolaridade e convívio social”, explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular que atende em São Paulo e em Campinas.

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A boa notícia é que é possível tomar algumas medidas para prevenção.

Essas dicas valem para todos, mesmo para aqueles que estão em risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Quanto antes começar, melhor! Confira:

  1. Jogue jogos

Eles não são apenas para crianças. Existem vários programas online e aplicativos de treinamento cerebral desenvolvidos por médicos e cientistas para desafiar o cérebro de maneiras divertidas. Esses jogos podem fornecer resultados significativos. Um exemplo nacional é o Mente Turbinada.

Um estudo descobriu que adultos saudáveis e idosos que fizeram treinamento com aplicativo tiveram um risco 29% menor de demência após 10 anos em comparação com os que não fizeram.

Qualquer jogo ou quebra-cabeça que envolvam pensamento estratégico pode estimular o cérebro.

“Pode ser palavras cruzadas, Sudoku, quebra-cabeças, jogos de tabuleiro ou de cartas. Todos eles estimulam o cérebro e adicionam o benefício da interação social. A solidão e o isolamento contribuem para a demência. Conectar-se às outras pessoas através de atividades divertidas é uma maneira saudável de combater isso”, acrescenta o Dr. Daniel Benitti.

  1. Dance

A atividade física regular irá mantê-lo mentalmente afiado, aumentando o fluxo sanguíneo e o oxigênio para o cérebro.

Pode ser qualquer tipo de dança. Além de mexer o corpo aumenta o convívio social.

Em um estudo de idosos com dificuldades de memória, aqueles que fizeram aulas de dança de salão de uma hora, duas vezes por semana, durante 10 meses, melhoraram em várias áreas da função cerebral, como humor e comportamento.

Dançar aumenta a frequência cardíaca e o fluxo de sangue, podendo ajudar a fortalecer as conexões neurais entre as células cerebrais. Além disso, provavelmente também irá colocar um sorriso em seu rosto. Se você é solteira ou solteiro e quer ter aulas, a maioria das turmas fornece um par.

  1. Respire

Por mais importante que seja exercitar o corpo, é igualmente importante ficar em silêncio e apenas respirar. Em nossa sociedade multitarefa orientada por metas e dinheiro, isso pode parecer uma perda de tempo. No entanto, um estudo descobriu que praticar a respiração dos 5 (inspira por 5 segundos, prende o ar por 5 segundos e expira por 5 segundos) por uma média de 27 minutos por dia aumentou a densidade de massa cinzenta no hipocampo após apenas oito semanas (o hipocampo é a parte do cérebro responsável pela aprendizagem e memória, sendo afetada na doença de Alzheimer).

É incrível como a prática de meditação, que não requer conhecimento ou habilidade especial, pode ter resultados tão profundos! Não só alterando a estrutura do seu cérebro, como mudando a sua vida.

Você pode perceber:

  • Melhor concentração;
  • Sono reparador;
  • Melhora do humor;
  • Maior autoconsciência;
  • Mente mais tranquila.

Pratique essas dicas que certamente você irá lembrar de nos agradecer no futuro!

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Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

Sobre o Autor: Dr. Daniel Benitti

Médico formado pala Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), com Residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da USP. veja mais aqui

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