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Como treinar o seu cérebro para diminuir o risco de demência e sequelas pós covid-19?

 

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Atividades mentalmente estimulantes fazem com que você faça um pequeno trabalho cognitivo.

 

Devido ao post anterior, muitas pessoas ficaram preocupadas com as sequelas neurológicas pós covid-19, principalmente as mulheres. Percebemos que hoje as pessoas têm mais medo de apresentarem demência do que terem câncer. No entanto, é possível diminuir o risco de demência e outras alterações neurológicas sem remédios, com um baixo custo e sem necessidade de altas tecnologias.

“Atividades de baixa tecnologia e mentalmente estimulantes, especialmente aquelas que são desafiadoras, ajudam o cérebro a criar novas conexões. Quanto mais conexões tivermos, mais caminhos o cérebro terá para obter informações para onde precisa ir. Isso pode ajudar a melhorar a cognição geral ou em áreas específicas, dependendo da atividade. No longo prazo diminui o risco de demência, ansiedade e depressão”, indica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular que atende em São Paulo, Campinas e a distância.

Atividades mentalmente estimulantes fazem com que você faça um pequeno trabalho cognitivo: elas requerem algum trabalho para processar ou produzir informações. Elas podem incluir qualquer uma das seguintes atividades:

Aprender uma nova língua

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Aprenda uma nova língua para diminuir o risco de demência.

Pessoas bilíngues têm maior flexibilidade e agilidade mental e podem ter alguma proteção contra o risco de desenvolver demência, em comparação com aquelas que falam apenas um idioma. Aprender uma segunda língua, mais tarde na vida, pode até atrasar o declínio cognitivo. Para começar, ouça gravações de idiomas, faça um curso online ou baixe um aplicativo.

Ouvir ou fazer música

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Escute música para diminuir o risco de demência.

A música pode ativar quase todas as regiões do cérebro, incluindo aquelas envolvidas com emoção, memória e movimento físico. Obtenha esse benefício ouvindo novos tipos de música ou aprendendo a tocar um instrumento. Confira playlists de outros países ou comece a aprender a tocar um instrumento assistindo vídeos gratuitos no YouTube.

Jogue cartas e jogos de tabuleiro

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Os jogam são ótimas opções para diminuir o risco de demência.

Os jogos fortalecem a capacidade de recuperar memórias ou pensar estrategicamente. Jogar cartas é útil, pois requer que você use várias habilidades mentais ao mesmo tempo: memória, visualização e sequenciamento. Os jogos também são uma excelente maneira de passar o tempo juntos, em família, neste período de pandemia.

Viajar

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Conheça lugares novos para diminuir o risco de demência.

Visitar um novo lugar te expõe a imagens e sons que aumentam a plasticidade cerebral, formando novas conexões no cérebro. Você pode não conseguir viajar para longe durante a pandemia, mas simplesmente explorar áreas próximas pode produzir mudanças cerebrais. Considere dirigir até uma cidade que você nunca visitou antes ou ir a um parque ao ar livre com terreno desconhecido para obter novas perspectivas. Além disso, aproveite para planejar a sua próxima viagem.

Assistir a peças, filmes, concertos ou visitar museus

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Shows e museus são boas opções para diminuir o risco de demência.

As atividades culturais estimulam o cérebro de várias maneiras. Embora você não possa desfrutar disso dentro de casa agora, pode ser possível vê-las ao ar livre ou online. Escolha algo que exija um pouco de esforço para entender ou um filme estrangeiro sem legendas. Se você estiver assistindo a um show, escolha um com composições clássicas complexas. Se você estiver vendo uma exposição de museu online, tente entender os detalhes que o artista usou para transmitir uma mensagem.

Quebra-cabeças de palavras

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Faça quebra-cabeças de palavras para diminuir o risco de demência.

Trabalhar com quebra-cabeças de palavras (como palavras cruzadas, Jumble ou Sudoku) demonstrou ajudar as pessoas a melhorarem as pontuações em testes de atenção, raciocínio e memória. Experimente um tipo diferente de quebra-cabeça a cada dia (por exemplo, um Sudoku em um dia, um Jumble no outro) e aumente o nível de dificuldade conforme os quebra-cabeças ficarem mais fáceis.

Maximizando os benefícios do treinamento do cérebro

Não se limite a uma atividade mentalmente estimulante: algumas evidências sugerem que, quanto mais essas atividades você fizer, mais diminuirá o risco de deficiência cognitiva leve. E, combinar atividades estimulantes mentais com exercícios, aprendizado ou socialização pode ter um efeito ainda mais potente sobre a cognição. Por exemplo:

  • Faça atividade física e/ou e dance enquanto ouve novas músicas.
  • Aprenda algo assistindo a uma palestra em vídeo sobre um artista antes de conferir uma exposição do trabalho dessa pessoa.
  • Socialize jogando um jogo de tabuleiro online com amigos durante uma videochamada.

Não pense nessas atividades como tarefas de treinamento do cérebro. Apenas aproveite, pois elas são divertidas, vão melhorar a sua vida e podem acabar aprimorando a sua cognição.

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Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

Sobre o Autor: Dr. Daniel Benitti

Médico formado pala Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), com Residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da USP. veja mais aqui

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