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Coronavírus e as consequências do isolamento

Coronavírus e as consequências do isolamento
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O isolamento social entre idosos é uma preocupação de saúde pública devido ao seu risco aumentado de problemas cardiovasculares, doenças autoimunes e neurocognitivas, além da saúde mental. (imagem freepik)

 

O coronavírus chegou ao Brasil e todos estão com medo.

Como ainda não temos um tratamento efetivo a estamos longe de ter uma vacina, recomendou-se a todos ficarem em casa.

Essa recomendação visa diminuir a propagação da doença para não termos um pico de contaminação que ultrapassaria a capacidade do nosso sistema de saúde. Além disso, também visa proteger as pessoas com mais de 60 anos de idade.

Os países em todo o mundo fizeram estes bloqueios, toques de recolher e isolamento social para mitigar a propagação do coronavírus e evolução para síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2).

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Os países que não fizeram isso se arrependeram com muitas mortes e/ou voltaram atrás da decisão.

“No entanto, sabemos que o isolamento social entre idosos é uma preocupação de saúde pública devido ao seu risco aumentado de problemas cardiovasculares, doenças autoimunes e neurocognitivas, além da saúde mental. A desconexão social coloca os idosos em risco maior de depressão e ansiedade”, alerta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular que atende em São Paulo e em Campinas.

O isolamento deve ser mantido por no mínimo mais uma semana.

Mas, mesmo após esse período, o ideal seria os idosos permanecerem em casa, recebendo mantimentos e medicamentos vitais e evitar o contato social com familiares e amigos. Por isso, é necessária uma ação urgente para mitigar as consequências mentais e físicas para a saúde deles.

O isolamento afetará desproporcionalmente os idosos cujo único contato social está fora de casa, como em igrejas, centros comunitários, clubes e locais de culto. Aqueles que não têm familiares ou amigos próximos e dependem do apoio de serviços voluntários ou assistência social podem ser colocados em risco adicional.

As tecnologias on-line podem ser aproveitadas para fornecer redes de apoio social e um sentimento de apoio,  embora possa haver disparidades no acesso ou na alfabetização dos recursos digitais. 

“As intervenções poderiam simplesmente envolver contato telefônico mais frequente com pessoas importantes, familiares e amigos próximos, organizações voluntárias ou profissionais de saúde ou projetos de extensão comunitária. Toda ajuda é bem vinda para a pessoa não se sentir sozinha”, complementa o Dr. Daniel Benitti.

Hoje, existem terapias comportamentais cognitivas que são fornecidas on-line e de forma gratuita para diminuir a solidão e melhorar o bem-estar mental dos idosos.

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Isolar os idosos pode reduzir a transmissão, o que é mais importante para atrasar o pico nos casos e minimizar a disseminação para grupos de alto risco.

Tais medidas de mitigação devem ser efetivamente cronometradas para impedir a transmissão, mas evitar aumentar a morbidade do COVID-19 associado a um distúrbio afetivo. Esse efeito será sentido em populações mais desfavorecidas e marginalizadas, que devem ser urgentemente direcionadas para a implementação de estratégias preventivas.

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Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

Sobre o Autor: Dr. Daniel Benitti

Médico formado pala Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), com Residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da USP. veja mais aqui

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