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Dieta do mediterrâneo: a melhor para o lipedema e a saúde cardiovascular ganha mais um benefício comprovado

Dieta do mediterrâneo: a melhor para o lipedema e a saúde cardiovascular ganha mais um benefício comprovado
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Estudos comprovam novos benefícios da dieta do mediterrâneo.

 

A dieta mediterrânea baseia-se nos hábitos alimentares tradicionais encontrados no sul da Itália e na Grécia no início da década de 1960. Ela se concentra em alimentos à base de plantas, vegetais, frutas, legumes, peixes, azeite e nozes.

Evidências científicas comprovam que essa é a melhor dieta para a saúde cardiovascular e melhora muito a dor e a inflamação das mulheres que apresentam Lipedema.

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Além disso, um recente estudo demonstrou mais um benefício da dieta do mediterrâneo. Segui-la, particularmente com consumo de muitos peixes, foi associado a uma função cognitiva mais alta, ou seja, menor risco de demência.

“A demência é um distúrbio comum e incurável, com grandes implicações para indivíduos, famílias e para a sociedade como um todo. A prevalência mundial de demência foi estimada em 44 milhões em 2.016 e deve ultrapassar 115 milhões em 2.050. Hoje, as pessoas têm mais medo de apresentar demência do que ter câncer”, alerta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular que atende em São Paulo e em Campinas.

O estudo da cognição foi realizado com cerca de nove mil adultos com idade entre 50 e 85 anos, que fizeram testes cognitivos no início do estudo e após 2, 4 e 10 anos.

Os pesquisadores usaram questionários alimentares para avaliar nove componentes da dieta mediterrânea: frutas, legumes, grãos integrais, nozes, legumes, peixe e azeite, além do consumo reduzido de carne vermelha e álcool.

Entre todos os participantes, aqueles que seguiram mais de perto a dieta mediterrânea tiveram o menor risco de comprometimento cognitivo e maior escore de função cognitiva. Os resultados mais fortes e consistentes foram observados para aqueles que relataram maior consumo de peixes.

As diferenças absolutas na cognição entre os participantes que seguiram mais de perto e menos de perto a dieta mediterrânea foram relativamente pequenas. Elas podem não ser clinicamente significativas no nível individual, mas podem ser importantes no nível da população.

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A doença de Alzheimer (DA) é a forma mais comum de demência. Muitos remédios foram testados, mas não houve sucesso. Atualmente, não há nenhum remédio disponível para prevenir (exceto Ômega-3), atrasar ou modificar o curso da demência. Assim, é importante modificar terapias e abordagens preventivas. De fato, um terço dos casos de DA em todo o mundo foram atribuídos a fatores de risco potencialmente modificáveis.

“O declínio neurocognitivo lento ao longo da vida é uma parte esperada do envelhecimento normal. No entanto, algumas pessoas experimentam declínio cognitivo acelerado e podem estar em alto risco de demência. Alterar a trajetória do declínio cognitivo por meio de abordagens preventivas pode ser particularmente proveitoso nessa população, ou seja, diminuindo a progressão para comprometimento cognitivo leve para demência”,  indica o Dr. Daniel Benitti.

Conclusão

Essa nova descoberta associa mais um benefício à dieta do mediterrâneo e pode ajudar a formar recomendações alimentares baseadas em evidências, acrescentando força à evidência de que padrões de dieta podem exercer efeitos profundos no envelhecimento biológico.

Comer é um dos maiores prazeres da vida. Aproveite a sua comida, coma o que é bom para você com moderação e lembre-se: “deixe o alimento ser o seu remédio e que os remédios sejam o seu alimento”.

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Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

Sobre o Autor: Dr. Daniel Benitti

Médico formado pala Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), com Residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da USP. veja mais aqui

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