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Quais os melhores remédios para tratar ansiedade e depressão? Com a pandemia aumentou muito a necessidade por medicações

 

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Quando os médicos prescrevem antidepressivos escolhem um determinado medicamento e dosagem com base em muitos fatores.

 

Existem muitos remédios para tratar depressão e transtornos de humor. O ano de 2020 tem sido um ano difícil para todos. O isolamento social, incertezas, crise financeira, prazo indeterminado de duração e outros fatores têm piorado muito a saúde mental das pessoas. Isso tem aumentado a demanda por medicações para tratar os transtornos do humor.

No entanto, encontrar o caminho certo pode ser um processo demorado e a escolha pode ser mais complicada do que você pode imaginar. Só porque uma determinada droga funcionou para um amigo, não significa que funcionará para você. O tratamento deve ser sempre individualizado e uma história clínica bem feita auxilia muito na escolha da medicação.

“Quando uma pessoa necessita de tratamento para algum transtorno do humor, como ansiedade e depressão, ela também deve entender que será necessária uma mudança do estilo de vida. A atividade física, associada a dieta balanceada e controle do estresse, afeta muito o humor das pessoas e reduz o risco de ansiedade e depressão, além de ajudar na perda de peso. Remédios para tratar depressão não podem fazer tanto por alguém. As mulheres com Lipedema apresentam uma ansiedade fisiológica e muitas vezes melhoram sem necessidade de medicação antidepressiva. Procurar um bom médico é fundamental para o sucesso do tratamento”, indica e alerta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância. 

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Quando os médicos prescrevem antidepressivos escolhem um determinado medicamento e dosagem com base em muitos fatores, incluindo os seguintes:

1.Diagnóstico

Certos medicamentos são a melhor escolha para sintomas e tipos específicos de depressão. Por exemplo, um antidepressivo que o deixa sonolento pode ser melhor quando a insônia é um problema. A gravidade da sua doença ou a presença de ansiedade, obsessões ou compulsões também podem ditar a escolha de um medicamento em vez de outro.

2.Efeitos colaterais

Você pode escolher primeiro um medicamento com base no efeito colateral que mais deseja evitar. Os medicamentos variam na probabilidade de causar problemas, como queda da libido, ganho de peso ou sedação.

3.Idade

Conforme você envelhece, o seu corpo tende a metabolizar as drogas mais lentamente. Portanto, os idosos podem precisar de uma dose mais baixa. Para as crianças, apenas alguns medicamentos foram estudados cuidadosamente.

4.Saúde

Se você tem certos problemas de saúde, é melhor evitar alguns medicamentos. Por exemplo, o seu médico vai querer considerar fatores como doenças cardíacas ou neurológicas ao recomendar um medicamento. Por esse motivo é importante contar tudo e não esconder nada do médico antes de iniciar um antidepressivo.

5.Remédios para tratar depressão, suplementos e dieta

Quando combinados com certos medicamentos ou substâncias, os antidepressivos podem não funcionar tão bem ou podem ter efeitos colaterais preocupantes ou perigosos. Por exemplo, combinar um inibidor da recaptação de serotonina ou outro antidepressivo com erva de São João (Hypericum perforatum) pode elevar a serotonina a níveis perigosos e, em casos raros, fatais. Misturar a erva de São João com outras drogas, incluindo algumas para controlar a infecção pelo HIV, medicamentos para o câncer e pílulas anticoncepcionais, pode diminuir a eficácia. Mulheres recebendo tamoxifeno para câncer de mama devem tomar um antidepressivo que não interfira com a eficácia do tamoxifeno. Comer certos alimentos, como queijos envelhecidos e carnes curadas, enquanto toma um IMAO pode causar um aumento perigoso da pressão arterial.

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6.Álcool ou drogas

O álcool e outras substâncias podem causar depressão e tornar os antidepressivos menos eficazes. Desta forma, os médicos costumam tratar primeiro o vício em álcool ou drogas, se acreditarem que algum deles está causando a depressão. Em muitos casos, o tratamento simultâneo para dependência e depressão é necessário.

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7.Histórico pessoal e familiar

Se você ou um membro da sua família teve uma boa resposta a um medicamento no passado, essa informação pode orientar a escolha. Dependendo da natureza e do curso da sua depressão (por exemplo, se ela for de longa duração ou difícil de tratar), você pode precisar de uma dose mais alta ou de uma combinação de medicamentos. Isso também pode ser verdade se um antidepressivo parou de funcionar para você, o que pode ocorrer depois de usá-lo por algum tempo ou depois de interromper e reiniciar o tratamento com ele.

8.Custo

Como todos os antidepressivos são aproximadamente equivalentes em eficácia, você não perderá nada se tentar uma versão genérica primeiro.

9.Sua preferência

Depois de aprender o máximo possível sobre as opções de tratamento, o médico irá querer saber qual abordagem faz mais sentido, considerando o seu estilo de vida, interesses e julgamento.

Alerta

Depressão é uma doença séria! Não é frescura. O tratamento não deve ser postergado. Identificar qualquer pessoa próxima e procurar ajuda médica especializada é fundamental para o tratamento.

Coronavírus

O coronavírus está afetando a saúde mental de muitas pessoas. Estudos recentes mostram um aumento da angústia, ansiedade e depressão, especialmente entre os profissionais de saúde. Somadas às questões de violência, transtornos por consumo de álcool, abuso de substâncias e sentimento de perda, tornam-se fatores importantes que podem aumentar o risco de uma pessoa decidir tirar a própria vida. Infelizmente, temos em média 800.000 suicídios por ano no mundo (uma pandemia contínua e subvalorizada).

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Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

Sobre o Autor: Dr. Daniel Benitti

Médico formado pala Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), com Residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da USP. veja mais aqui

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